
O pão saloio era vendido, muitas vezes, pelas ruas de Lisboa. Nos planaltos e encostas do termo, onde a falta de água não permitia a cultura das hortaliças, semeava-se trigo e centeio; depois o grão era moído nos moinhos e azenhas, para se fazer o pão. Muitos viviam destes trabalhos: lavradores, moleiros e padeiros.
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